Storytelling, uma aula de balé

Storytelling, uma aula de balé

Fui levar minha filha para a aula de balé dela. Tem só três anos, mas uma vontade do cão de fazer as coisas. Vai dizer pra ela que a roupa de bailarina que ela tem é só fantasia e a sapatilha não é de verdade, vai. Não sei se você vai sobreviver, só digo isso.

Enfim, chegando lá, com medo de a professora ser uma carrasca, daquelas que exigem perfeição nos mínimos detalhes e que acreditam piamente que aprender não é diversão (que nem eu #SQN), me surpreendi com a professora. Superrelaxada, tranquilona, rindo com as crianças e usando…

[você clicou no link acima? clica lá, é importante, vai!]

[viu como valia a pena?]

…STORYTELLING pra dar aula!

Como assim? Bom, ela precisa dar aulas para crianças de 3 a 6 anos que estão completamente maravilhadas com suas sapatilhas, seus tutus e com os coques nas cabeças umas das outras (principalmente minha filha que não é muito adepta de cabelo, sabe). Tem público mais disperso que esse no universo?

E aí, que pra ela conseguir que as meninada fizesse os movimentos, ao invés de ela ficar gritando PLIÊ, POSIÇÃO 2 ou BATTEMENT SUR LE COU-DE-PIED PETIT, ela decidiu contar uma história. Tudo começa com a escolha da música, versão instrumental de músicas da Disney e de histórias conhecidas. Para cada música, uma historinha; para cada historinha, uma coreografia; em cada coreografia, os movimentos de balé de forma divertida.

Eu fiquei assistindo à aula e acompanhando as histórias e devo ter sido o primeiro a gritar AHHHHHHHH quando a professora anunciou o fim da aula. Nem vi passar o tempo! Minha filha chegou em casa e repetiu as histórias – e os movimentos – todinhas para a minha esposa. Na primeira aula!

Por que eu falei isso tudo? Se você não conhecia ou sempre ficou com preguiça ou medo de usar storytelling na sua vida, chegou a sua vez! Essa pode ser a ferramenta que você precisa para aumentar o engajamento nas suas redes sociais. Ou para criar uma identificação maior com seu target. Ou para passar uma informação que será melhor absorvida. Ou tudo isso juntoemisturado!

Se você chegou até aqui neste texto, já deve concordar comigo já que tudo o que eu tinha pra dizer neste post era: “Storytelling = legal, usa aí, vai”. Agora, vai lá e capricha – ou contrate uma agência de comunicação que vai te ajudar nesse processo. 😉

Comentários ( 0 )

    Deixe uma resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    5 × quatro =